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Liturgia

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Ao ver as multidões, Jesus encheu-se de compaixão, porque andavam fatigadas e abatidas, como ovelhas sem pastor.

 

Ao olhar hoje para nós, Jesus “enche-se” de novo de compaixão, porque nos vê fatigados, abatidos, desanimados! É verdade que as muitas tarefas que nos ocupam o dia-a-dia, acabam por nos esmagar e vivemos abatidos, escravos do relógio e dos horários, cansados pelas muitas iniciativas e compromissos que nos completam a agenda.

 

E de novo somos surpreendidos com a Palavra de Jesus: “Vinde a Mim, vós os que andais cansados e oprimidos”. Mas nós continuamos a investir o melhor de nós mesmos naquilo que não nos constrói, pelo contrário, vivemos atarefados com tantas coisas que não nos dão a vida, andamos seduzidos com tantos pormenores que acabamos por nem nos dar conta do essencial: a presença de Deus e do irmão na nossa vida! É este o segredo da felicidade que Deus nos reserva em cada tempo e momento da nossa história; o Senhor criou-nos para a felicidade, resgatou-nos com o Seu sangue para nos conduzir à plenitude da vida, e nós, por aqui andamos, tantas vezes entretidos com pormenores!

A compaixão de Jesus prolonga-se hoje no tempo através do olhar dos seus discípulos. É por ter compaixão do povo abatido que Jesus escolhe os Doze e lhes confere a missão de anunciar a Boa Nova. Hoje, os pastores da Igreja são, para nós, a manifestação da ternura de Deus que caminha ao nosso lado, que nos fortalece com a Sua Palavra e nos sacia com os sacramentos. Continuemos unidos ao Senhor, a messe é grande e o anúncio do Evangelho depende também do teu olhar e da tua solicitude pelos irmãos mais fracos, mais vulneráveis e distraídos, pelos que andam errantes no caminho da vida como ovelhas sem pastor.

Que o Senhor faça brilhar o Evangelho no meio de nós e que ninguém se sinta dispensado de o tornar presente no meio dos irmãos.