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Liturgia

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Eles foram ver onde morava e ficaram com Jesus.

Vendo Jesus que passava, João Baptista desperta a curiosidade dos discípulos apontando para o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. No início do Tempo Comum, o Evangelho recorda-nos que, em cada Domingo, Páscoa semanal, celebramos a vida entregue do Cordeiro, celebramos o fruto da Sua obediência ao Pai - Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade, cantamos nós no Salmo responsorial.

À pergunta dos discípulos - onde moras? -, Jesus responde com um convite: vinde ver. E os discípulos viram isso mesmo: Jesus mora no Pai, quer dizer, Jesus está constantemente no Pai, na Sua vontade, no Seu coração. Estar com o Pai é o segredo de Jesus, é, no fundo, o Aqui estou que cantamos no Salmo 39. Com Jesus, os discípulos aprendem que na intimidade do Pai se resolve a vida. É por isso que deste encontro dos discípulos com o Mestre nasce um novo dia, era por volta das quatro da tarde. Na maneira israelita de contar os dias, as quatro horas da tarde significam o nascer do novo dia. Aqui é do encontro com Jesus que nasce uma nova maneira de ver a vida, de contar o tempo e de dar mais sentido a esse tempo.

Numa altura em que a Igreja fala da necessidade de uma nova evangelização e em que que já se desenharam tantas estratégias pastorais para dar corpo a esse imperativo, o Evangelho mostra-nos o caminho: é do encontro com Jesus e com a novidade da sua pregação, com a experiência de intimidade com Ele, que nasce o ardor pelo anúncio da Boa Nova. André esteve com Jesus um dia e recebeu tanto desse encontro que foi a correr ter com Pedro para o levar a Jesus. Hoje o encontro com Jesus, sim porque Ele continua a fitar os nossos olhos, tem poder para nos transformar e enviar. Peçamos-lhe a ousadia de estar mais com Ele para O seguirmos como os primeiros discípulos, para podermos gritar ao mundo que Ele é bom e insiste em estar perto de nós.