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Liturgia

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Se quiseres, podes curar-me.

O Evangelho deste Domingo narra-nos a audácia de um leproso que foi ter com Jesus e lhe lançou um grito de angústia: “Se quiseres, podes curar-me!”

 

Hoje a Liturgia convida-nos a lançar o mesmo grito confiante: Senhor, Tu conheces as minhas fragilidades, sabes da minha pouca fé, como ando tantas vezes amargurado com a minha existência… mas acredito que Tu tens poder para me curar, para me dar uma vida nova, uma existência renovada… não deixes que a vida e a felicidade passem ao meu lado, quero viver de Ti e para Ti! Sou teu, alimenta-me com a Tua presença e ficarei curado…

 

Esta oração sai da boca do homem que reconhece a sua precariedade! Querido irmãos, não é nenhuma vergonha reconhecer que somos frágeis e pecadores; é aí mesmo que o Senhor quer actuar, quer mostrar a sua misericórdia, quer dar a sua vida, pois foi Ele mesmo que disse: “Eu não vim chamar os justos mas os pecadores”. O diálogo de Jesus com o leproso pode repetir-se hoje. Se nos abeirarmos de Jesus reconhecendo o nosso pecado, se O invocarmos, Ele, “compadecido, estende a mão, toca-nos e diz: «Quero, fica limpo»”. Tantas vezes entramos na angústia e na tribulação porque, no dia-a-dia não reconhecemos em Jesus o Salvafor, o Redentor sempre disposto a dar-nos a vida e a salvação, e entramos em becos sem saída, em caminhos de morte e tristeza!

Olhemos ainda para a Carta de São Paulo aos Coríntios. O Apóstolo convida os cristãos de Corinto a tomarem-no como exemplo porque ele tem por modelo o próprio Cristo. É assim com os santos, transparecem a vida de Jesus porque estão alicerçados nela. Amarremo-nos a Cristo, única fonte de vida, e deixemo-nos transformar pela sua Palavra e pela sua graça.