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Liturgia

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Eu vos louvarei, Senhor, porque me salvastes.

O Livro da Sabedoria diz-nos hoje que não foi Deus quem criou a morte; Deus criou-nos para a imortalidade, criou-nos à sua imagem e semelhança. Como nos ensina São Paulo, a morte corporal é consequência do pecado mas, pela fé, a morte torna-se passagem para a vida eterna. Pela sua morte e ressurreição, Jesus redimiu-nos dos nossos pecados e venceu definitivamente a morte. A ressurreição da filha de Jairo que hoje escutamos no Evangelho é sinal desse projecto de Deus que nos criou para a vida, tal como nos garante o Senhor: “Todo aquele que vive e crê em Mim jamais verá a morte” (Jo 11, 26).

 

 

Estamos a terminar o ano pastoral e é este o momento propício para darmos graças a Deus pela obra que fez em nós e na nossa comunidade. Olhamos para trás e bendizemos o Senhor porque Se tornou presente em tantas celebrações, iniciativas pastorais, encontros com a Palavra e com os irmãos, porque Se apresentou e Se deixou ver no mais frágil, no mais pequeno e no mais pobre…

Em breve entraremos em período de férias, com a agenda mais tranquila, e o Senhor convida-nos a viver este tempo motivados por uma maior intimidade com a Palavra de Deus, a descobrirmos que Cristo, crucificado e ressuscitado para nós, é o centro da nossa existência, a razão da nossa vida, a rocha firme que dá sentido à nossa peregrinação. Como nos diz São Paulo, “Cristo fez-se pobre para nos enriquecer com a sua vida” e agora descobrimos que já não vivemos para nós próprios, a vida já não faz sentido quando nos fechamos, quando guardamos para nós; pelo contrário, o verdadeiro sentido da vida descobre-se quando a partilhamos, quando a esbanjamos ao serviço de Deus e dos nossos irmãos”.

Aproveitemos este tempo como menos actividades para saborear a presença de Deus e dos irmãos, redescubramos a alegria de estar gratuitamente com o Outro e com os outros. Nas férias reservemos momentos para Deus - é necessário abrir-lhe a nossa vida, dirigir-lhe um pensamento, uma oração e, sobretudo, não esquecer o Domingo como o Dia do Senhor.