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Liturgia

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Bom Mestre, que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?

A inquietação do jovem rico ajuda-nos a entrar neste novo ano pastoral com o desejo de correr para alcançar a vida eterna. Sim, correr neste novo ano, correr ao encontro de Jesus e da sua vontade, reconhecer que precisamos d’Ele e da Sua graça para entrarmos neste grande projecto de felicidade e de plenitude, preparado para cada um de nós desde o dia do nosso baptismo.

 

 

“Que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?” Sempre que nos aproximamos de Jesus, mergulhamos nesta tensão, na busca da vida eterna: o Senhor convida-nos a entrar na lógica do Homem Novo, aponta-nos o despojamento como a condição primeira para acolhermos o Reino de Deus que já está presente no meio de nós.

O jovem já cumpre a lei mas o seu coração continua agarrado às coisas deste mundo. Por isso, quando o Senhor o convida a vender os bens e a dá-los aos pobres, o seu “semblante anuviou-se-lhe e retirou-se pesaroso”. Apesar de toda a religiosidade, a segurança do jovem está nos bens e não no Senhor que conduz a história. Também hoje esta Palavra vem à nossa procura. Onde ancoramos as nossas esperanças? Onde está realmente a verdadeira segurança da minha vida? No fundo, trata-se de responder com seriedade: onde está o meu coração diante desta Palavra e deste convite de Jesus a deixar todas as coisas para alcançar a vida eterna?

A Carta aos Hebreus recorda-nos que “a palavra de Deus é viva e eficaz”. Alimentemo-nos então desta Palavra, deixemos que ela nos molde o coração e a vida e peçamos à Virgem Mãe a disponibilidade interior para a acolher e deixar que ela dê frutos de vida eterna. Continuemos, durante este Mês de Outubro a rezar o Rosário pela unidade da Igreja, pelas missões e pelo Sínodo dos Bispos que se reúne em Roma com o Santo Padre.