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Liturgia

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Disse Jesus: Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar.

Aproximam-se as celebrações do Mistério Pascal e neste tempo cumpre-se a Palavra profética de Isaías que escutamos hoje na primeira leitura: “olhai: vou realizar uma coisa nova, que já começa a aparecer… farei brotar água no deserto para matar a sede ao Meu povo escolhido”. Que coisas novas são estas? A nova humanidade resgatada por Cristo, a possibilidade de amar o outro gratuitamente e de receber a vida eterna.

O Novo Adão adormecido na Cruz restaura a dignidade do homem, ferida pelo pecado, e dá-lhe de novo a possibilidade de experimentar a felicidade, de acolher a Verdade no caminho do Evangelho. Por isso, São Paulo afirma: “considero todas as coisas como prejuízo, comparando-as com o bem supremo, que é conhecer Jesus Cristo, meu Senhor”. Lançamo-nos na lógica nova da vida eterna oferecida e conquistada por Jesus no mistério da Páscoa e isso significa deixar a escravidão  das coisas antigas, não podemos ter medo de percorrer caminhos novos, palmilhar novos horizontes.

Por isso a palavra de Jesus à mulher arrependida: “vai e não tornes a pecar”. A misericórdia de Deus revela-se nos gestos de Jesus mas também na exigência da vida nova: quando somos perdoados experimentamos o amor de Deus que nos restaura e nos lança de novo ao caminho da vida: “vai e não tornes a pecar” significa também, vai e anuncia o mistério do amor de Deus, vai e anuncia a possibilidade de viver de novo na liberdade dos filhos de Deus. A Palavra de Jesus cura, transforma e suscita caminhos novos de conversão. Na próxima Terça-feira teremos a possibilidade de fazer esta experiência na celebração comunitária da reconciliação. No âmbito da visita pastoral contamos com a presença do Sr. D. Joaquim e dos padres da Vigararia, ministros da reconciliação que nos abrem a possibilidade de experimentar o dom do perdão. Acolhamos o Sr. Bispo que esta semana nos visita e que vem em nome do Senhor para nos dar a paz e a graça de Deus.