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Liturgia

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Assim se mantiveram firmes as suas mãos até ao pôr do Sol

A Liturgia deste Domingo convida-nos a entrar na intimidade com Deus através da oração, esse diálogo insistente com o Senhor que nos ensina a “levantar os olhos para os montes” e a confiarmo-nos nas mãos do Pai. Tal como Moisés, também nós travamos uma dura batalha na nossa vida e, muitas vezes, estamos desorientados, não vemos o caminho… o que fazer então? Se acreditamos que Deus conduz a nossa história, que vela por nós como um Pai e dirige os nossos caminhos, então levantemos os braços e peçamos auxílio, peçamos-Lhe que nos abra os olhos, nos mostre o caminho e derrube os muros que tantas vezes nos impedem de entrar na Sua vontade.

Jesus, no Evangelho, conta aos seus discípulos uma parábola “sobre a necessidade de orar sempre sem desanimar”. Levemos a sério este convite do Senhor. Orar sem desanimar significa entrar numa relação séria e profunda com a Palavra de Deus que nos dá a Vida Eterna e nos ilumina a história. Não se trata apenas de dar recados a Deus mas de um convite empenhado a entrar na intimidade com Ele, a escutar diariamente a voz do Pastor, a viver alicerçado na rocha firme que é Cristo.

Celebramos este Domingo o Dia das Missões, dia de oração e partilha. Escutemos o Papa Francisco na mensagem que nos dirige neste dia: “Sê homem de Deus, que anuncia Deus: este mandato toca-nos de perto. Eu sou sempre uma missão; tu és sempre uma missão; cada baptizada e baptizado é uma missão. Quem ama, põe-se em movimento, sente-se impelido para fora de si mesmo: é atraído e atrai; dá-se ao outro e tece relações que geram vida. Para o amor de Deus, ninguém é inútil nem insignificante. Cada um de nós é uma missão no mundo, porque fruto do amor de Deus”.

Guardemos com alegria o convite do Santo Padre e, unidos a Cristo, orando sem cessar, dando a vida com generosidade, tornemo-nos missão para o mundo.