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Liturgia

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Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos

Quarenta dias depois da Páscoa, celebramos hoje a Ascensão do Senhor aos Céus e a oração colecta deste dia ajuda-nos a entrar no mistério que celebramos: “fazei-nos exultar em santa alegria e filial acção de graças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança: tendo-nos precedido na glória como nossa cabeça, para aí nos chama como membros do seu corpo”.

Também São Paulo, na Carta aos Efésios, nos recorda a esperança a que fomos chamados. Subindo aos céus como o Primogénito dos mortos, Jesus arrasta consigo todos aqueles que o Pai lhe deu. É admirável este mistério - o Verbo que estava junto do Pai desceu dos céus, fez-se homem, morreu por nós e agora, depois de ressuscitado, abre-nos a possibilidade de subir aos céus, onde Ele está sentado à direita do Pai.

A celebração da Ascensão desvela-nos assim o futuro, a meta da nossa peregrinação; não caminhamos para o fim da vida nem para o caos mas para o Céu, para a vida que não tem fim, para o lugar que Jesus nos preparou junto do Pai. Esta certeza da meta feliz e segura pode transformar toda a nossa vida com critérios novos, escolhas fecundas, passos firmes.

No Domingo passado Jesus prometeu aos seus discípulos um Outro Defensor e hoje assegura-nos que estará sempre connosco até ao fim dos tempos. A Ascensão não significa uma ausência de Deus, pelo contrário, o Senhor nunca nos abandona porque Ele é, pela ressurreição, o Senhor que domina o céu e a terra e continua presente e activo no meio de nós pelo seu Espírito que está na Igreja: na sua Palavra, nos sacramentos, na comunhão entre os irmãos. Daqui nasce a necessidade de anunciar a todos os homens que Jesus está vivo e ressuscitado, como escutávamos no Evangelho. A urgência da missão brota desta certeza de que Jesus está no meio de nós até ao fim dos tempos.